Em meus textos vigora o passado
Passado que passou sem o poetizar
Passado que se esvaiu como um presente trágico
Um presente flácido; Óbito do meu prozear;
Falecido e simplório lápis
Morreu sem mãos atadas
Pois não havia mãos para te segurar
E a borracha? Coitada, sem utilidade
Se não há mais textos, como apagará?
E o mais triste de todos: é o papel
Pois sem minha companhia
Jamais se preencherá.
Passado que passou sem o poetizar
Passado que se esvaiu como um presente trágico
Um presente flácido; Óbito do meu prozear;
Falecido e simplório lápis
Morreu sem mãos atadas
Pois não havia mãos para te segurar
E a borracha? Coitada, sem utilidade
Se não há mais textos, como apagará?
E o mais triste de todos: é o papel
Pois sem minha companhia
Jamais se preencherá.

Muito bom, diferente.
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