Um homem caminhava
Sem saber aonde ir,
Caminhava sem destino
Até que, sua humilde vista,
Avistou um casarão.
Velho, sujo, mas tão grande
Que chamou sua atenção.
Quando o homem entrou lá
Percebeu a vastidão.
Aquele vasto vazio
Que preenchia o casarão.
O caminhante olhou tudo
Do último andar
Até o terraço.
No entanto, não havia nada,
Desse modo, o bom senhor,
Decidiu seguir em frente.
O casarão era tão grande
Sem saber aonde ir,
Caminhava sem destino
Na imensidão do porvir.
Até que, sua humilde vista,
Avistou um casarão.
Velho, sujo, mas tão grande
Que chamou sua atenção.
Quando o homem entrou lá
Percebeu a vastidão.
Aquele vasto vazio
Que preenchia o casarão.
O caminhante olhou tudo
Do último andar
Até o terraço.
No entanto, não havia nada,
Nem em cima, nem em baixo.
Mesmo cabendo tudo
Mesmo cabendo tudo
De base a base.
Desse modo, o bom senhor,
Decidiu seguir em frente.
O casarão era tão grande
Quanto inútil era por dentro.
